Orientações para uma viagem segura para as festas de final de Ano

Atenção nas estradas

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Orientações para uma viagem segura

Buscando informar a população sobre a segurança no trânsito e da sua importância para se evitar acidentes, o Corpo de Bombeiros orienta que antes de viajar, procure saber se a estrada por onde você irá passar não está obstruída por alguma queda de barreira, já que neste começo de ano o volume de chuvas no país é muito grande, o que causa a interdição parcial em alguns trechos da estrada.
Uma das grandes causas de acidentes e transtornos durante as viagens são os defeitos existentes no veículo e seus acessórios, chuvas, neblinas e a imprudência dos condutores.

Para evitar acidentes e garantir uma viagem tranquila, siga estas orientações:

Inspecione os itens do seu carro

• Equipamentos de segurança (extintor, triângulo, cintos de segurança);

• Freios (nível de óleo, pastilhas, lonas, regulagem, nível do fluido, possíveis vazamentos e freio de mão);

• Sistema elétrico (faróis, lanternas, setas, luz de freio, luz de ré, luzes de emergência e buzina);

• Pneus, estepe, alinhamento da direção, balanceamento das rodas, amortecedores;

• Motor (nível de óleo do motor, correias, mangueiras, ruídos anormais, regulagem, velas e cabos);

• Limpadores de pára-brisa (borracha em bom estado), retrovisores externos e internos;

• Cinto de Segurança dos bancos da frente e de trás;

• Marcador de combustível, Velocímetro, encosto de cabeça;

• Radiador (nível da água com o carro desligado).

Ao detectar qualquer problema mecânico mais sério, recorra a uma oficina mecânica especializada e solucione o problema antes de viajar.

Ultrapassagem
• A manobra de ultrapassagem deve ser rápida e segura. Só retorne à pista após localizar o veículo ultrapassado pelo retrovisor;
• Sinalize com antecedência sua intenção de ultrapassar;
• Ultrapasse sempre pela esquerda e apenas nos trechos permitidos;
• Certifique-se de que a faixa da esquerda está livre, e de que há espaço suficiente para a manobra;
• Não ultrapasse pelo acostamento das estradas, sobre pontes ou viadutos;
• Com chuva, a ultrapassagem é mais perigosa e exige atenção redobrada, pois o veículo da frente provoca uma cortina d’água que dificulta a visibilidade.

Neblina
• Mesmo durante o dia mantenha os faróis baixos acesos;
• Fique a uma distância segura do veículo à frente;
• Abra um pouco os vidros para evitar o embaçamento;
• Não trafegue pelo acostamento;
• Evite realizar ultrapassagens;
• Não ligue o pisca-alerta com o veículo em movimento;
• Não pare na pista. Se for necessário, procure locais seguros, acenda os faróis e utilize os equipamentos desegurança, como pisca-alerta e triângulo.

Chuva
• Reduza a velocidade;
• Aumente a distância dos veículos à frente;
• Acenda os faróis baixos;
• Acione o limpador de pára-brisas e o desembaçador;
• Mantenha as janelas com abertura suficiente para a circulação de ar e evitar o embaçamento;
• Os pneus podem perder o contato com o asfalto quando está chovendo ou a pista está molhada -aquaplanar - e perder a direção é comum. Nessa situação deve-se manter a marcha engrenada; diminuir a
aceleração, sem frear; acender os faróis; girar suavemente a direção para a esquerda e para a direita até conseguir controlar o veículo.

Planejamento
Planeje a viagem, inclusive períodos de descanso. Prefira viajar de dia, em condições de boa visibilidade.

No volante
Mantenha sempre a calma e evite conversas e distrações, não descuide da sinalização, não pare na pista e não
trafegue no acostamento.

Sono
Aos primeiros sinais de cansaço pare em lugar seguro para relaxar. Ultrapassagens: ultrapasse somente em locais
permitidos e quando tiver certeza das condições de segurança.

Álcool e direção
A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação motora e os reflexos.

Cinto
O cinto de segurança é um importante fator na prevenção de mortes nas estradas e deve ser utilizado inclusive no banco de trás.

Celular
O uso do celular ao dirigir reduz a atenção do motorista e contribui para aumentar o risco de colisão.
Acidentes Automobilísticos
Dentre os acidentes que mais ocorrem no verão, certamente os de trânsito são os que estão no topo da lista em
números absolutos.

Em colisão veicular, há quase que simultaneamente três diferentes tipos de impactos:
• Veículo contra um determinado obstáculo (outro veículo, poste, muro, árvore, barreira e outros);
• Passageiros contra as partes internas do veículo, a chamada ‘2ª colisão’ (cabeça/tórax chocando-se contra o
volante/painel, por exemplo);
• Órgãos internos dos ocupantes contra sua estrutura óssea (cérebro x caixa craniana, coração/pulmão x caixa torácica, etc).

Só para se ter uma idéia da severidade de um acidente automobilístico, num impacto frontal a 50 km/h contra uma barreira rígida e indeformável, como um muro, por exemplo, a desaceleração sentida dentro do veículo é da ordem
de 40 a 50g (g = aceleração da gravidade ou 9,8 m/s2), ou seja, 40 a 50 vezes a aceleração da gravidade. É como se multiplicássemos o peso de qualquer coisa dentro do carro (pessoa ou objeto) por 40 ou 50!
Nestas condições, uma criança de oito anos pesando, aproximadamente, 25kg solta no carro, é arremessada para a frente contra os bancos dianteiros e/ou pára-brisa com o peso de uma tonelada.
Entretanto, se a criança estiver usando cinto de segurança comum, a resistência do corpo de uma criança é substancialmente inferior ao corpo adulto, podendo acarretar em danos físicos significantes dependendo da potência da colisão. Para minimizar estes danos, existem dispositivos de segurança apropriados para cada faixa etária e peso, por exemplo, o bebê conforto, a cadeirinha ou assento de elevação.
Dentre os acidentes que mais ocorrem no verão, certamente os de trânsito são os que estão no topo da lista em números absolutos.

Em colisão veicular, há quase que simultaneamente três diferentes tipos de impactos:
• Veículo contra um determinado obstáculo (outro veículo, poste, muro, árvore, barreira e outros);
• Passageiros contra as partes internas do veículo, a chamada ‘2ª colisão’ (cabeça/tórax chocando-se contra o volante/painel, por exemplo);
• Órgãos internos dos ocupantes contra sua estrutura óssea (cérebro x caixa craniana, coração/pulmão x caixa torácica, etc).
Só para se ter uma idéia da severidade de um acidente automobilístico, num impacto frontal a 50 km/h contra uma barreira rígida e indeformável, como um muro, por exemplo, a desaceleração sentida dentro do veículo é da ordem de 40 a 50g (g = aceleração da gravidade ou 9,8 m/s2), ou seja, 40 a 50 vezes a aceleração da gravidade. É como se multiplicássemos o peso de qualquer coisa dentro do carro (pessoa ou objeto) por 40 ou 50!
Nestas condições, uma criança de oito anos pesando, aproximadamente, 25kg solta no carro, é arremessada para a frente contra os bancos dianteiros e/ou pára-brisa com o peso de uma tonelada.
Entretanto, se a criança estiver usando cinto de segurança comum, a resistência do corpo de uma criança é substancialmente inferior ao corpo adulto, podendo acarretar em danos físicos significantes dependendo da
potência da colisão. Para minimizar estes danos, existem dispositivos de segurança apropriados para cada faixa etária e peso, por exemplo, o bebê conforto, a cadeirinha ou assento de elevação.
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