Os bombeiros apagaram o incêndio e policiais militares acompanharam de perto

Manifestantes fazem atos em SP na tarde desta sexta em dia de paralisação

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Manifestantes fazem atos contra as reformas trabalhista e da Previdência no Largo da Batata e na Marginal Pinheiros, em São Paulo, na noite desta sexta-feira (28). Mais cedo, durante a tarde, foram registrados atos na Avenida Paulista, na Praça da Sé, no Viaduto do Chá.
No Largo da Batata manifestantes ligados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e de outros grupos sociais se reuniam para protestar até a casa do presidente Michel Temer (PMDB), no Alto de Pinheiros, Zona Oeste. A polícia isolou com gradis a rua da casa de Temer. Segundo Guilherme Boulos, coordenador do MTST, 70 mil pessoas participam do ato.

Um grupo vindo da Avenida Paulista foi até a Praça do Ciclista e desceu em direção ao Largo da Batata, pela Avenida Rebouças. Quando o grupo entrou na Avenida Brigadeiro Faria Lima, parte dele depredou uma agência bancária do Itaú. Em seguida, colocou fogo em lixeiras. Os bombeiros apagaram o incêndio e policiais militares acompanharam de perto.

Um grupo de motoboys desfilou pelas avenidas da região central da capital paulista para reforçar o protesto em dia de paralisação pela cidade. Eles passaram pela Avenida 23 de Maio, Avenida Paulista e chegaram à sede da Prefeitura no Viaduto do Chá. Depois, foram até a Marginal Pinheiros, bloqueando a pista sentido Interlagos.

Atos mais cedo
Na Paulista, dois grupos se concentram em pontos distintos da avenida provocando o bloqueio dos dois sentidos da pista. Um grupo ligado aos professores da rede municipal se concentrou na região da Rua Augusta. Outro grupo, da central sindical Conlutas, se reuniu em frente ao Masp. Eles seguiram até o prédio da Presidência em São Paulo, na esquina com a Rua Augusta.
Os manifestantes fizeram discursos, criticaram as reformas do governo Temer e voltaram até o Masp, onde encerraram o ato.

Na Praça da Sé, outro grupo se reuniu no início da tarde na escadaria da Catedral de São Paulo e por volta das 16h saiu em caminhada pelas ruas do Centro. Muitos manifestantes usavam máscaras para cobrir o rosto.
Na região central a PM usou bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para dispersar manifestantes na altura do Theatro Municipal.

Eles caminharam pelas ruas do Centro e picharam pontos de ônibus com frases contra o governo e com símbolos de anarquia. Seguiram até a Prefeitura, depois subiram a Rua da Consolação pichando os muros que encontravam pela frente. Depois, seguiram caminhada pela Avenida Rebouças em direção ao Largo da Batata.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, por volta de 15h, 21 pessoas haviam sido detidas por cometerem atos ilícitos em manifestações.
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